A CENTELHA é uma parte individualizada do ABSOLUTO e permanece sempre ligada a Ele.
Sua original condição é a de latência ou Vazio, na plena posse de sua natureza pura e do estado inefável de ser do Absoluto.
É, em essência, Força e Energia de altíssima freqüência vibratória e seu potencial de luz é extremamente intenso.
Teve um início, mas não terá fim, isto é, evoluirá eterna e infinitamente. É criada com funções específicas e sua evolução se dá através de inumeráveis experiências, muitas das quais ainda inabordáveis ao atual entendimento humano.
Possui, em estado latente, todos os atributos do Absoluto.
Neste Universo, um dos processos que se conhece de sua evolução é o de obter experiência, através dos Reinos da Natureza, utilizando-se de corpos de Matéria dos diversos Planos, os quais ela descarta ao final de cada ciclo.
Após a etapa de aprendizado num Reino, entra em estado de latência, enquanto aguarda nova oportunidade de experienciar em nível mais alto.
A cada aprendizado, amplia, paulatinamente, sua Força e Energia, até atingir a extensão do próprio universo, quando, então, se liberta e forma um outro universo semelhante.
Cada Centelha vai evoluindo até o colapso das Energias do universo, ou seja, até a sua contração final.
Nessa época, se não cumpriu a etapa de sua evolução predeterminada, ela aguarda a reconstituição desse universo ou se encaminha para outro, a fim de reiniciar sua evolução, a partir do ponto em que parou.
Seu processo de expansão continua, eterna e infinitamente, mesmo depois de ter evoluído ao nível de Centelha Universal.
A Centelha também é conhecida como: Logos, Eu Divino, Eu Supremo, Essência do Ser, Individuação do Criador etc.
O fulcro de irradiação da Centelha encontra-se fora do espaço-tempo, por isso, pode criar corpos no presente, passado e futuro, para suas experiências e aprendizado.
Pelo mesmo motivo, pode saber o futuro e o passado.
No início da formação deste Universo, à medida que o Logos criava as estruturas básicas para suas experiências de vida, inúmeras Centelhas evoluídas, vindas de universos semelhantes, aqui chegaram para auxiliarem os processos de evolução das Centelhas primárias.
Neste Universo, a consciência da Centelha fica restrita às limitações dos corpos que usa.
No estágio inicial de experiências no Reino Humano, devido à primitividade dos cérebros físico-astrais, cometem transgressões às Leis Cósmicas, gerando o que se conhece como Bem e Mal, conceitos transitórios e relativos.
Para poder atuar num universo, inicialmente, a Centelha toma-lhe por empréstimo sua Matéria Espiritual e cria seus corpos espirituais, modelados em arquétipos preexistentes e de acordo com a frequência vibratória do Plano Espiritual daquele universo.
Depois, de forma semelhante constroem seus quatro corpos astrais superiores.
Os três corpos astrais mais densos e o corpo físico ela o formará do planeta em que estiver vivenciando, também, segundo moldes preestabelecidos.
Os sinais ou determinações da Centelha passam por decodificações, através dos corpos espirituais e astrais, segundo suas capacidades, e chegam ao cérebro físico reduzidos em sua essência.
A fim de se manifestar no Universo, a Centelha faz vibrar primeiro o Plano Espiritual, depois o Plano Astral e, finalmente, o Plano Físico.
Essa vibração é feita por sincronização. A Centelha não possui propriamente individualidade nem personalidade, é coletiva em sua organização e em sua essência; é como o Criador.
HERICK ATHAYDE USAMI
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