3/07/2014

AS QUATRO "MORTES"

Além da chamada “morte” do corpo físico ou desencarnação, há a dissolução dos três primeiros corpos astrais, também denominadas 2ª, 3ª e 4ª “mortes”. Convém esclarecer que esses corpos são reconstituídos, novamente, por ocasião do desenvolvimento fetal, no renascimento.

No Astral dispensa-se a construção e manutenção de cemitérios e não há culto a cadáveres.

1ª “MORTE” ou DESENCARNAÇÃO

O processo de desencarnação denominado vulgarmente de "morte" é o fenômeno pelo qual os corpos astrais e espirituais desligam-se definitivamente do corpo físico.

Este desligamento consiste no rompimento de todos os cordões energéticos e a conseqüente cessação das atividades orgânicas do corpo físico.

Normalmente, o cordão de prata leva até 7 (sete) dias para ser rompido, após a atividade orgânica ter cessado.

Esse processo de ruptura é irreversível quando desencadeado.

O indivíduo encarnado não tem consciência de seus corpos astrais.

Quando desencarna, perde o corpo físico e permanece com todos os corpos astrais.

Sua consciência, que normalmente se transfere para o 1º Corpo Astral, na maioria das vezes permanece inativa durante um tempo que varia de acordo com sua expansão consciencial, necessidade evolutiva e/ou seu karma.

Esse corpo logo se deslocará para a 2ª dimensão-densidade Astral.

Assim que retoma a consciência no 1º Corpo Astral, ele desperta.

Sua memória e personalidade continuarão as mesmas, já que no 1º Corpo Astral sua memória extracerebral é praticamente igual à da física.

Provavelmente, não saberá, com certeza, o que está ocorrendo. Poderá até mesmo pensar que está sonhando ou está “vivo”.

Se permanecer no 1º Corpo Astral, com o tempo passará a ter sede e fome.

No caso de sede, esta será facilmente saciada, pois poderá tomar a água encontrada no próprio Plano Astral, que aí é abundante e não está associada ao Plano Físico, como todos os minerais próprios daquele Plano.

No caso de fome, os mentores poderão lhe providenciar símiles de alimentos sólidos, pois o Reino Vegetal do Plano Astral é rarefeito nem há possibilidade de alimentação animal.

Se possuía vício, sentirá necessidade de saciá-lo. Isso ocorre porque as atividades metabólicas desse corpo são muito semelhantes às do físico.

Exceções à regra, os indivíduos evoluídos ao desencarnarem podem libertar-se imediatamente do 1º Corpo Astral, e se for necessária a sua permanência com ele, poderão alimentar-se de prana e outras Energias vitais absorvidas pelos Cenros de Força.

Durante um determinado período, o recém-desencarnado vai-se sutilizando e acaba penetrando na 3ª dimensão-densidade Astral, onde não há luz, e permanece ali por algum tempo.

Mais tarde, entrará na 4ª dimensão-densidade Astral e terá, novamente, a impressão de que está “vivo” ou num pesadelo.

Nessa dimensão, começará a ter maiores contatos com seres desencarnados.

Continuando a se sutilizar, finalmente penetrará na 5ª dimensão-densidade Astral, última a que o 1º Corpo Astral pode alcançar.

Aí encontrará seres conscientes desencarnados que auxiliam os recém-desencarnados, oferecendo-lhes toda a assistência.

Nessa dimensão, o 1º Corpo Astral pode levitar, esticar-se, encolher-se e até mudar de forma, mas o domínio dessas faculdades dependerá da Força Mental ou evolução do indivíduo.

A maioria continuará presa à terra, como que sujeita à gravidade.

Os seres que penetram nessa dimensão permanecem aí por algum tempo ou por muitos anos, de acordo com sua evolução.

2ª “MORTE” ou DESAGREGAÇÃO do 1º CORPO ASTRAL

No 1º Corpo Astral a consciência pode sofrer uma ampliação, dependendo do uso que dela faça quando encarnado.

Quase todos os terrícolas que estão na 1ª bio-dimensão, atualmente, reencarnam, após a dissolução do 1º Corpo Astral.

Em geral, a 2ª "morte" não ocorre enquanto há recusa ou resistência do indivíduo em reencarnar-se, ou devido ao fato de ser atrasado demais para libertar-se do 1º Corpo Astral, ou por questão kármica.

Há indivíduos que, por se prenderem demasiadamente ao corpo físico, permanecem com o 1º Corpo Astral, após a desencarnação, na 2ª dimensão Astral, durante muito tempo.

Se o indivíduo não passar pela 2ª "morte", o 1º Corpo Astral será o mesmo da encarnação anterior, que na maioria das vezes é o do adulto.

Para acoplar-se ao embrião, na fase inicial da reencarnação, esse corpo sofrerá uma condensação.

Por causa disso, o desenvolvimento do corpo físico nunca será perfeito.

Esse indivíduo terá, assim, uma série de problemas físico-mentais.

A morte do 1º Corpo Astral, na maioria dos casos, guarda características semelhantes.

Quando o indivíduo está prestes a sofrer a 2ª "morte", há uma fadiga muito grande e, em questões de dias ocorre o desenlace do 1º Corpo Astral.

Não há grande precisão quanto a hora exata da 2ª "morte", mas, quando há a fadiga característica, logo se identifica a mesma.

Nesse caso, o indivíduo pode ser levado para locais semelhantes a um hospital.

Ali, a sua perda de Energia é acelerada até que ocorra a desvitalização total, consumando-se, assim, a "morte" do 1º Corpo Astral, que é, então, recolhido e desintegrado.

Há no Astral, todavia, tecnologia muito avançada que possibilita determinadas intervenções no processo de "morte" do 1º Corpo Astral, para atender a indivíduos com mérito.

Caso isso não ocorra, ele entra em decomposição tal como o corpo físico.

O corpo físico desenvolve-se tendo como molde ou forma o 1º Corpo Astral, por isso, qualquer anomalia como doenças oriundas de desequilíbrios físicos, morais, emocionais e mentais manifestar-se-á, também, neste Corpo Astral.

Se o indivíduo reencarnar com o 1º Corpo Astral lesado, as cicatrizes e sequelas surgirão na formação do novo corpo físico.

Por exemplo: Um indivíduo que desencarna com o estômago muito lesado por uma úlcera, apresentará a mesma lesão no 1º Corpo Astral.

Caso não elimine esse corpo, através da 2ª "morte", na próxima reencarnação seu corpo físico certamente apresentará problema congênito no estômago.

As lesões causadas no 1º Corpo Astral podem ser eliminadas por tratamento Astral, o que evita que um grande número de anomalias e sequelas do passado se manifestem no corpo físico.

O processo de cremação do corpo físico energiza o 1º Corpo Astral e pode dissolvê-lo ou sutilizá-lo.

Se desagregá-lo, a adaptação do indivíduo ao 2º Corpo Astral dependerá do seu nível consciencial.

Se apenas sutilizá-lo, garantirá, ou não, ao desencarnado o acesso a dimensões-densidade mais sutis do Astral.

Se o indivíduo cremado desencarnou por suicídio ou karma muito negativo, surgirão problemas e complicações sérias para ele no Astral, se a cremação ocorrer antes de 72 horas após a desencarnação.

A cremação não atinge os corpos astrais daqueles que, graças à sua evolução, os têm deslocados imediatamente após a desencarnação.

3ª “MORTE” ou DESAGREGAÇÃO do 2º CORPO ASTRAL

No 2º Corpo Astral, a consciência do indivíduo se amplia e quanto mais tempo permanecer nele mais informações lhe aflorarão à Mente, apesar de na vida física ter sido ignorante e simples. Tornar-se-á, assim, mais inteligente e eficiente porque relembrará o conhecimento adquirido em até nove encarnações passadas.

Se seus órgãos forem lesados durante a existência física, sua preexistência pode oferecer problemas no processo reencarnatório. Consequentemente, é conveniente que esse Corpo Astral também seja eliminado, a fim de que o novo corpo físico seja mais perfeito.

O indivíduo desperta nesse corpo, imediatamente, e com consciência mais ampliada, após a perda do 1º Corpo Astral.

4ª “MORTE” ou DESAGREGAÇÃO do 3º CORPO ASTRAL

O 3º Corpo Astral possui estrutura orgânica semelhante à do corpo físico, mas não sofre alterações, nem é lesado como o 1º e o 2º corpos astrais durante a reencarnação.

Quando o 3º Corpo Astral "morre", desintegra-se naturalmente, sem entrar em decomposição nem deixar vestígios.

Mas, caso o indivíduo deseje, sua existência pode ser prolongada por tempo mais ou menos longo.

Sua desagregação é muito importante para as características genéticas do indivíduo e porque facilita sua reencarnação em outro planeta com o 4º Corpo Astral.

HERICK ATHAYDE USAMI

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