Esse buraco-negro fracionou-se em mini-buracos-negros, dando origem às galáxias, as quais mantêm em seu centro ou núcleo esses mini-buracos-negros.
No fim da expansão, portanto, ainda restam os núcleos do ovo cósmico e do galáctico.
Devido à explosão, as galáxias começaram a distanciar-se, ou seja, também, entraram em processo de expansão.
Ao mesmo tempo, os núcleos galácticos começaram a absorver toda a matéria da galáxia, tendendo a voltar ao estado inicial.
Quando os núcleos galácticos absorverem toda a matéria galáctica, começarão a ser sugado igualmente pelo núcleo cósmico.
Quando toda a matéria se sutilizar em energia e contrair-se, finalizar-se-á o ciclo.
Iniciar-se-á, em seguida, um novo ciclo, com nova explosão, e um novo universo será criado, mas, desta feita, todas as matérias atômicas e aniônicas trocarão de polaridade.
O Universo está dentro de uma membrana imaginária circunscrita ao limite de expansão das galáxias.
A contração e expansão do Universo criam uma espécie de membrana elástica, delineada pelo limite máximo de elasticidade existente entre as galáxias e o núcleo universal.
Existem infinitos universos semelhantes a este no seio do Absoluto.
Cada conjunto de universos forma uma outra estrutura mais ampla e, assim, infinitamente.
HERICK ATHAYDE USAMI
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