3/04/2014

O CICLO UNIVERSAL

Toda a Energia do Universo, no início deste ciclo de sua expansão, estava condensada num ovo cósmico, uma espécie de buraco-negro que, ao explodir, transformou-se em matéria densa e plasma físicos.

Esse buraco-negro fracionou-se em mini-buracos-negros, dando origem às galáxias, as quais mantêm em seu centro ou núcleo esses mini-buracos-negros.

No fim da expansão, portanto, ainda restam os núcleos do ovo cósmico e do galáctico.

Devido à explosão, as galáxias começaram a distanciar-se, ou seja, também, entraram em processo de expansão.

Ao mesmo tempo, os núcleos galácticos começaram a absorver toda a matéria da galáxia, tendendo a voltar ao estado inicial.

Quando os núcleos galácticos absorverem toda a matéria galáctica, começarão a ser sugado igualmente pelo núcleo cósmico.

Quando toda a matéria se sutilizar em energia e contrair-se, finalizar-se-á o ciclo.

Iniciar-se-á, em seguida, um novo ciclo, com nova explosão, e um novo universo será criado, mas, desta feita, todas as matérias atômicas e aniônicas trocarão de polaridade.

O Universo está dentro de uma membrana imaginária circunscrita ao limite de expansão das galáxias.

A contração e expansão do Universo criam uma espécie de membrana elástica, delineada pelo limite máximo de elasticidade existente entre as galáxias e o núcleo universal.

Existem infinitos universos semelhantes a este no seio do Absoluto.

Cada conjunto de universos forma uma outra estrutura mais ampla e, assim, infinitamente.

HERICK ATHAYDE USAMI


       

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