Os terrícolas perderam o conhecimento dos efeitos mântricos do som, tão comum nas civilizações antiqüíssimas como a da ATLÂNTIDA.
Em verdade, cada variação sonora produz determinadas interferências vibratórias, boas ou más, nos Planos Astral e Espiritual, e causa certos efeitos na matéria do Plano Físico.
Os atlantianos possuíam uma CARTILHA DE ENSINO em que ensinava os EFEITOS E APLICAÇÕES DO SOM, estudada em suas escolas, desde a infância.
Esse estudo baseava-se numa ciência respeitada e seguida como norma geral, principalmente quando se atribuíam nomes às pessoas.
Por exemplo, nunca permitiam combinar seus nomes com os sons mântricos OM ou OUM ou AUM, porque suas vibrações potentíssimas provocariam conseqüências inconvenientes ou desastrosas, para si e para os outros, pois, a emissão imperfeita desses sons produz desvios vibratórios que atingem a matéria astral e espiritual de forma indevida.
Colocar nomes em pessoas com final OM ou OUM ou AUM é muito arriscado, tendo em vista que são repetidos constantemente.
A LEI DOS SONS determinava que esses mantras só poderiam ser vibrados, oral e mentalmente, pelos que possuíam iniciação de alto nível no conhecimento das vibrações sonoras.
Poderiam usar, ainda, só como título iniciático, o mantra positivo OM ou OUM associado ao negativo AUM, para tornar o mantra neutro, em quatro combinações possíveis:
1. OM+AUM = OMAUM
2. OUM+AUM = OUMAUM
3. AUM+OM = AUMOM
4. AUM+OUM = AUMOUM
Itamar Costa
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